Pompeia

No século VII a.C. foi fundada a cidade de Pompeia. A cidade recebia influência das civilizações gregas e etruscas que dominavam a região sul da Itália. No século IV a.C. a cidade foi fortemente urbanizada pelos samnitas.

Em 24 de agosto de 79 d.C. o vulcão Vesúvio explodiu expelindo grande quantidade de lava viscosa que se solidificou rapidamente e cobriu toda a cidade com uma camada de dois metros de espessura. Em seguida uma nova camada de quinze metros feita por cinzas e pedras, cobriu novamente a cidade matando cerca de 30 mil pessoas.

Isso é história.

Milo é um escravo que se tornou um gladiador e se encontra em uma corrida contra o tempo. Após a erupção do Monte Vesúvio, ele precisa salvar seu grande amor, a bela Cassia, filha de um rico comerciante e que foi prometida a um corrupto senador romano, em meio a destruição da cidade.

Isso é ficção.

Pois agora junte os dois e respondam: isso não daria um ótimo filme?

Pois não deu.

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A linda mocinha, Emily Browning

Pompeia é fraco. Seja pelo desempenho medíocre de quase todo o elenco, seja pelos terríveis efeitos especiais que, acreditem, foi premiado em 2015 (Canadian Screen Award), ou pela péssima produção do longa. Tem partes que dá vontade de chorar.

Cenas como o mocinho saindo de trás de uma cortina de fumaça vivo e elegante é coisa banal. Ou o bandido, com um sorriso debochado no rosto na mesma cena para imediatamente ser novamente atacado. A obviedade é tanta que irrita.

Nem tudo é ruim…

A trilha sonora, que é boa, chega a parar na hora de marcar tais tomadas. Só faltou mesmo uma câmera lenta. Aff.

Mas, contrário ao do “tudo de ruim”, talvez pelas ricas histórias mostradas lá nos primeiros parágrafos, Pompeia é bom de ver. Esses filmes de ação dramática que envolvem injustiças e tudo acaba em tragédia normalmente agradam. Sem dúvida é esse o caso.

Então, sujeite-se a um filme B, e veja. Mas, tem que ser numa segunda chuvosa com absolutamente nada para fazer.

Está no Telecine.

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