Rogue One – Uma História Star Wars

Rogue One é uma história Star Wars, sem dúvida. Ela tem o mesmo formato e praticamente o mesmo argumento de todos outros.

Não sou um especialista na franquia, longe disso – bem longe – mas confesso que gostei, principalmente da primeira metade do longa. A parte final achei um pouco cansativa e repetitiva. É praticamente uma só batalha filmada à exaustão sob todos os ângulos.

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Felicity Jones

A sinopse (sempre elas) são bem-vindas nesses casos: “Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.”

Dois mais dois

E é isso mesmo. Desta vez a sinopse (estes pequenos textos que muitas vezes mentem, desvirtuam, erram e fantasiam tudo) está correto. É um bom resumo de uma coisa pequena. Digo isso para não esperarem um grande e profundo argumento. Isso não tem em Rogue One. O enredo é simples como o filme. Eu diria “quase” limitado.

Chama a atenção também a sempre bela e nem sempre competente Felicity Jones, de O Inferno. Até que ela está bem. Seus belos olhos ajudam bastante. O interessante Forest Whitaker, de A Chegada,  tem um papel estranho e pequeno. Muito limitado. Tentaram criar algo revolucionário em seu personagem e criaram um depósito de clichês. Não tem como ir bem interpretando um personagem desses. Ele é um bom ator, não um bom mágico.

Enfim, está no Telecine. Cinéfilos devem ver. Somente eles. Além, é claro, dos fãs da série.

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