Tão Forte e Tão Perto

Tão Forte e Tão Perto começa e você tem certeza que é um daqueles filmes de fantasia feito exclusivamente para adolescentes. Não há dúvida disso. Vejam essa sinopse gigante:

Oskar Schell (Thomas Horn) é um garoto muito apegado ao pai, Thomas (Tom Hanks), que inventou que Nova York tinha um distrito hoje desaparecido para fazer com que o filho tivesse iniciativa e aprendesse a falar com todo tipo de pessoa. Thomas estava no World Trade Center no fatídico 11 de setembro de 2001, tendo falecido devido aos ataques terroristas. A perda foi um baque para Oskar e sua mãe, Linda (Sandra Bullock). Um ano depois, Oskar teme perder a lembrança do pai. Um dia, ao vasculhar o guarda-roupas dele, quebra acidentalmente um pequeno vaso azul. Dentre há um envelope onde aparece escrito Black e, dentro dele, uma misteriosa chave. Convencido que ela é um enigma deixado pelo pai para que pudesse desvendar, Oskar inicia uma expedição pela cidade de Nova York, em busca de todos os habitantes que tenham o sobrenome Black.

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Sandra

É ou não é um filme, ou pelo menos o argumento, feito para não adultos? É, sem dúvida.

O filme vai um pouco além disso, mas, mesmo assim, é fraco. Certamente será uma daquelas obras que a crítica será severa e o público em geral gostará. E, fora do meu padrão, desta vez eu fico com a crítica. Eu não gostei.

Bom Elenco

Apesar do excelente Tom Hanks, de Inferno e Ponte dos Espiões, que é praticamente um atestado de bom cinema – ele não faz filmes ruins – e a bela Sandra Bullock, de Um Sonho Possível, o longa não funcionou. Ele não tem liga.

Devo admitir que ele é bem costurado, não deixa furo algum, mas isso também não foi suficiente.

É estranho: elenco ótimo, história excelente, sem erros e mesmo assim não entusiasma.

Enfim, vejam. Devo estar errado. 

Está no Netflix.

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